Gameplay: Dragon’s Dogma.

Trazendo o melhor dos Actions RPG estilo Dragon Age, Demon’s Souls, a aposta da Capcom para o mercado vem com Dragon’s Dogma. No melhor das lutas entre espadas e magias, exploração, quest, tudo que manda o figurino desse estilo de jogo. Confira a gameplay e ponto positivo para movimentação e gráfico, mesmo o jogo sendo apenas mais do mesmo e vindo para competir com os grandes.

 

Dragon’s Dogma sai em 2012 para PlayStation 3 e Xbox 360.

Curtiu? Comenta aí.

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Role os Dados: Personagem Iniciante.

Hoje trago um artigo publicado no blog RPG do Mestre sobre personagens iniciantes, espero que gostem e esclareça para você iniciante algumas das principais dúvidas que acontece no começo de uma campanha.

Bem, a idéia pode parecer um pouco redundante já que você, em geral, começa jogando com heróis iniciantes, seja começando pelo nível um de sua classe ou com pouca pontuação para construção de seu personagem. Mas nem sempre seu personagem foi um guerreiro com uma habilidade razoável em combate, ou um mago que conheça meia dúzia de magias, então o que eles eram antes? Continuar lendo

New Game + Sopra Fita!

Olá amigo leitores!

Como vocês devem ter notado, o blog mudou de nome. É  com grande alegria que anuncio o nome do blog: Sopra Fita!

Resolvemos alterar o nome  o pois  antigo (Redação Gamer) era apenas um nome provisório. O novo nome retrata um parte da nossa infância gamer, soprando fitas de NES, SNES, MEGA DRIVER. Foi um tempo que ficou em nossas memórias, tanto da equipe, como de vocês leitores – aposto. Continuaremos a fazer o mesmo trabalho de antes.

Grandes novidades estão por vir, por isso continue nos visitando, e nos siga no Twitter.

Esse é um novo começo. Novos caminhos, dungeons e desafios estão por vir!

Abraço a todo e longa vida ao Sopra Fita!

Role os dados Especial: “RPG Online VS RPG de Mesa”

RPG Online VS RPG de Mesa

Amigos da Redação Gamer, hoje trago uma matéria especial sobre RPG Online VS RPG de Mesa, essa pesquisa foi realizada seguindo fontes de estudos acadêmicos.

O RPG é uma categoria de jogos que surgiu na década de 70 e descende dos jogos de simulação de guerra. Distingue-se da maioria dos jogos por não haver condição de vitória, isto é, ao final de uma partida não existe jogador vencedor ou perdedor. A versão eletrônica do RPG surgiu quase na mesma época e possui mais visibilidade que sua versão original, chamada RPG “de mesa”.

Destaca-se por ser uma das categorias de jogos digitais (junto com a categoria Adventure) que mais enfocam o lado narrativo do jogo, valorizando elementos dramáticos para causar deslumbramento. Por outro lado também, o RPG digital é caracterizado como um jogo onde a personagem evolui com o tempo dando a entender que esse é o principal objetivo dos jogadores. Fica claro pela introdução do primeiro e um dos mais famosos RPGs publicados, Dungeons and Dragons [DnD 2003], que o objetivo de uma partida de RPG é: se divertir representando papéis.

O RPG não é somente um jogo em que se representa um papel, mas um jogo de representação de papéis (é central ao jogo a habilidade de representar uma personagem, de ser fiel ao seu caráter e de conduzi-la de forma verossímil e interessante no decorrer da partida).

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Role os Dados: A Mesa 137

Olá, tudo bem? Hoje nós embarcaremos em uma incrível viagem com nosso amigo Richard…hauhauha ok, não é isso, hoje trago a vocês um conto que fala sobre uma mesa de RPG muito…. bom, leiam e descobrirão. Espero que gostem, até a próxima!

Por Marcelo Pirani

Conselho do autor Marcelo Pirani: quando jogar uma partida de RPG, verifique se o Mestre não esconde o rosto sob um manto. Você pode descobrir, para seu horror, que a partida é muito mais real do que imaginava…


A Mesa 137


Você se lembra bem como tudo começou. O que não é de estranhar, já que há poucas horas ainda estava escolhendo a mesa onde iria jogar, no III Encontro Internacional de RPG. Reconhece agora que escolheu mal, mas a aventura de horror da mesa 137 lhe pareceu muito boa na hora, principalmente porque não aceitava iniciantes – o que, a você, praticamente garantia um jogo ágil e de alto nível.
Assim, você marcou seu cartão e se dirigiu à mesa 137… que mostrou-se um pouco difícil de achar, visto que ficava meio escondida atrás de um painel. Chegando lá, encontrou os outros três jogadores já sentados à espera do Mestre. Seus nomes eram Márcia, Adriana e Francisco, todos amigos entre si. Um pessoal muito simpático e você logo se descontraiu com a despontaneidade deles. Ficaram algum tempo contando piadas e você passou a maior parte do tempo olhando para Adriana, a garota de cabelos castanhos claros; ela tinha um sorriso encantador que, juntamente com seus óculos de aro de metal, lhe conferia um arzinho meio ingênuo que prendeu indisfarçavelmente sua atenção.
O Mestre demorou, mas veio (você já estava pensando que ele faltaria, como aconteceu com o outro mestre no último ano). Vocês acharam graça, pois ele usava um manto e um capuz que lhe cobria o rosto. Ele se sentou, arrumou seu material sobre a mesa, distribuiu as planilhas – fichas onde ficavam registradas as características de cada personagem – e iniciou o jogo.

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Role os Dados: NPC’s.

Olá pessoal, hoje, numa segunda-feira muito preguiçosa, cá estou para lhes falar sobre o próximo tema dentro do mundo RPG que irei abordar: O NPC. NPC é a abreviação para Non Player Character ou seja, Personagem Não Jogador. Personagem não jogador? Como assim? Como vimos nos posts anteriores, mais precisamente no post que explicava as funções de um Mestre numa mesa de RPG, foi comentado que o Mestre é quem coloca os desafios para os jogadores, ele é quem comanda as coisas por trás dos holofotes, aquele inimigo poderoso, ou o taverneiro que serve aquela cerveja para os aventureiros cansados… Esses últimos são NPC’s, os personagens controlados pelo mestre, são eles que ajudam a dar vida e cor ao cenário de uma aventura.

Taverneira, não me deixe aqui sozinho, vem e me traga uma ânfora de vinho...hauhuahua

Quem tá iniciando agora na carreira de Mestre deve imaginar “Nossa, mas como eu faço pra controlar tantos personagens assim?” Calma, não criemos pânico, de início, ao planejar uma aventura, tenha em mente quais NPC’s serão necessários e qual a importância de cada um deles. Digamos que nessa aventura os heróis parem em uma cidadezinha para comprar suprimentos, reparar a espada do guerreiro e coisa do tipo. Aí já teriam um NPC ferreiro pra deixar a espada ok e um ou mais NPC’s nos demais estabelecimentos em que a caravana da alegria for passar. Essa parada na cidade é coisa rápida? Sim. Então o ferreiro e os “atendentes” só iriam aparecer uma vez, certo? Então podemos classificá-los como “NPC Supérfluo” hauhuahua. São, digamos NPC’s simples, fáceis e não precisam de muita atenção do Mestre, apenas uma descrição da aparência deles. Existem é claro outros NPC’s e de maior importância, que participam mais da aventura, pode ser aquele guardinha da vila que “ouviu boatos” sobre uma tumba nas profundezas de uma floresta e ajuda os heróis a na busca, ou o detetive que busca solucionar um crime e o caminho dele e dos heróis acabam se cruzando…NPC’s assim precisam de algo mais detalhado do que uma simples descrição física, dê um temperamento para  o NPC, uma história e, se necessário crie uma ficha de personagem para ele. E agora entram os NPC’s fodásticos, aquele vilão desgraçado que vive no seu caminho, ou aquele aliado formidável que você acabou fazendo durante alguma aventura anterior, podem não ser poderosos, mas sua importância no jogo é o que conta. Eles são a peça-chave para o desenrolar da aventura, muitas vezes a aventura tem início por causa deles.

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Role os Dados: O Mestre!

Olá, tudo bem? Bom, hoje irei falar um pouco sobre o cara que conduz as aventuras em uma mesa de RPG: O Mestre. O Mestre é um tipo de jogador especial. Os jogadores criam seus personagens e o Mestre é quem lhes apresenta o mundo em que os jogadores viverão diversas aventuras interpretando seus respectivos personagens. “Tá, mas como assim?” Bem, imagine um jogo de video game, você tem um objetivo no jogo e para alcançá-lo, vai enfrentando diversos inimigos até conseguir completar o seu objetivo, passar de fase e etc. No RPG de mesa quem coloca esses desafios para o jogador enfrentar é o Mestre, ou seja, ele é como se fosse o sistema do jogo de video game que coloca as dificuldades pra você enfrentar e também o prêmio por você concluir seu objetivo no jogo.

Para dar conta do recado, o jogador que decidir ser o Mestre das aventuras deve conhecer muito bem as regras do sistema que estiver mestrando (D&D, Vampiro, Gurps, etc), também ser criativo em relação às aventuras que planeja montar para  mestrar, pois além de propor desafios, obstáculos, riscos e emoções que os jogadores devem sentir e superar, é o mestre quem inventa uma estória legal e emocionante que vá divertir os jogadores. Por isso quanto mais criativo e habilidoso for o mestre, mais divertidas serão suas aventuras.

Seja um mestre justo, lembre-se, o objetivo do jogo não é vencer, nem você e nem os jogadores, e sim se divertir, ambos os lados estão juntos cooperando para o desenrolar de uma boa aventura. Ajude os jogadores inexperientes que tem dificuldades no começo em entender as regras, tente simplificar no começo para os jogadores mais novos começarem a “pegar as manhas” hauhauha e com isso eles vão adquirindo mais confiança em seus personagens. Se a aventura está fácil demais para os jogadores, aumente um pouquinho a dificuldade do jogo para eles, coloque um inimigo um pouco mais forte, coloque um número maior de inimigos, prepare algumas armadilhas que vão prejudicá-los caso entrem em combate logo depois, mas também não apele né? Huahuahua essas são dicas para você Mestre, utilizar quando uma aventura estiver “Mamão com açúcar Mode on” da mesma forma, se uma aventurá está difícil, ou se os jogadores estão tendo dificuldades com algum inimigo ou coisa do tipo, também dê uma ajudinha, tente equilibrar um pouco as coisas, afinal o propósito do jogo é a diversão, mas tente encontrar o momento certo para isso, tente manter a emoção do jogo pulsando nesses momentos críticos digamos assim, para que os jogadores lembrem-se mais tarde de momentos de “quase game over” que conseguiram escapar.

 

The Dungeon Master! simpático não? huahuahau

Finalizando, mestrar é divertido mas pode se tornar um trabalho penoso e enfadonho, por isso use toda a criatividade que tiver para divertir os jogadores e se divertir também porque afinal, o Mestre também é um jogador. Lembre-se “Com grandes poderes….” hauhuahuahuhau.