Role os Dados: O Mestre!

Olá, tudo bem? Bom, hoje irei falar um pouco sobre o cara que conduz as aventuras em uma mesa de RPG: O Mestre. O Mestre é um tipo de jogador especial. Os jogadores criam seus personagens e o Mestre é quem lhes apresenta o mundo em que os jogadores viverão diversas aventuras interpretando seus respectivos personagens. “Tá, mas como assim?” Bem, imagine um jogo de video game, você tem um objetivo no jogo e para alcançá-lo, vai enfrentando diversos inimigos até conseguir completar o seu objetivo, passar de fase e etc. No RPG de mesa quem coloca esses desafios para o jogador enfrentar é o Mestre, ou seja, ele é como se fosse o sistema do jogo de video game que coloca as dificuldades pra você enfrentar e também o prêmio por você concluir seu objetivo no jogo.

Para dar conta do recado, o jogador que decidir ser o Mestre das aventuras deve conhecer muito bem as regras do sistema que estiver mestrando (D&D, Vampiro, Gurps, etc), também ser criativo em relação às aventuras que planeja montar para  mestrar, pois além de propor desafios, obstáculos, riscos e emoções que os jogadores devem sentir e superar, é o mestre quem inventa uma estória legal e emocionante que vá divertir os jogadores. Por isso quanto mais criativo e habilidoso for o mestre, mais divertidas serão suas aventuras.

Seja um mestre justo, lembre-se, o objetivo do jogo não é vencer, nem você e nem os jogadores, e sim se divertir, ambos os lados estão juntos cooperando para o desenrolar de uma boa aventura. Ajude os jogadores inexperientes que tem dificuldades no começo em entender as regras, tente simplificar no começo para os jogadores mais novos começarem a “pegar as manhas” hauhauha e com isso eles vão adquirindo mais confiança em seus personagens. Se a aventura está fácil demais para os jogadores, aumente um pouquinho a dificuldade do jogo para eles, coloque um inimigo um pouco mais forte, coloque um número maior de inimigos, prepare algumas armadilhas que vão prejudicá-los caso entrem em combate logo depois, mas também não apele né? Huahuahua essas são dicas para você Mestre, utilizar quando uma aventura estiver “Mamão com açúcar Mode on” da mesma forma, se uma aventurá está difícil, ou se os jogadores estão tendo dificuldades com algum inimigo ou coisa do tipo, também dê uma ajudinha, tente equilibrar um pouco as coisas, afinal o propósito do jogo é a diversão, mas tente encontrar o momento certo para isso, tente manter a emoção do jogo pulsando nesses momentos críticos digamos assim, para que os jogadores lembrem-se mais tarde de momentos de “quase game over” que conseguiram escapar.

 

The Dungeon Master! simpático não? huahuahau

Finalizando, mestrar é divertido mas pode se tornar um trabalho penoso e enfadonho, por isso use toda a criatividade que tiver para divertir os jogadores e se divertir também porque afinal, o Mestre também é um jogador. Lembre-se “Com grandes poderes….” hauhuahuahuhau.

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Role os Dados: Você é o herói!

O que são uns dragõezinhos? Chuva de meteoro neles!

Olá a todos, hoje falarei um pouco do que é ser um jogador de RPG, o que um jogador faz e qual a sua importância no jogo. No RPG existem dois tipos de jogadores: O Mestre e O Jogador. O jogador assume o papel do personagem principal da história, não requer tanta responsabilidade como ser O Mestre do jogo, mas exige o mesmo esforço e concentração para deixar a aventura divertida e envolvente.

Ser Jogador é muito divertido, porque você é o herói, é o cara que pode mudar toda a trama da história com as decisões que vai tomar agindo como o personagem. Você assume um papel que ao mesmo tempo é o de ator e jogador. Como ator você fala pelo seu personagem, como se fosse ele, representa tudo o que quiser que ele diga ou faça. Qualquer coisa que você disser, é o seu personagem que diz, a não ser que esteja

respondendo uma pergunta do mestre, ou descrevendo como será a sua ação na rodada.  Quando você anunciar e descrever para os demais jogadores o que está fazendo, você acaba se tornando parte da história que está sendo criada a partir dos atos e decisões dos próprios jogadores.

Como jogador, você vai fazendo coisas que permitem o seu personagem alcançar os seus objetivos e isso é essencial, já que é isto que costuma criar a empolgação e a emoção de um momento dramático. Às vezes depois de descrever as ações que você deseja realizar, será preciso jogar dados para ver se o personagem conseguiu realizar o que você ilustrou com gestos e palavras.

Grupo de heróis chutando traseiros! hauhauhua

As características ou atributos do seu personagem por assim dizer, são medidas numericamente, quanto mais alto o valor numérico em um atributo, melhor é a competência dele em fazer certas coisas, e isso varia muito, desde abrir uma porta que foi trancada, ou arrombá-la mesmo,

escalar montanhas, prédios, andar num pé só, assoviar e chupar cana ao mesmo tempo…hauhuahua, hm. Essas ações são o elemento básico do RPG porque descrevem como os personagens mudam e afetam o curso da história.

Os personagens são essênciais em uma história; são eles que alteram e redirecionam a trama através de suas ações. A medida que a história se desenrola, os personagens dirigem e energizam o processo da trama toda. Os jogadores devem sentir-se à vontade para acrescentar idéias e elementos à história, embora a decisão de aceitá-las ou não, fica a cargo do mestre segundo seu julgamento. No final, para uma campanha,ou aventura (explicarei sobre isso mais tarde) é o mais importante, não um personagem individual. Os personagens são ferramentas para moldar uma boa história.

No próximo post, estarei falando sobre outro jogador, que na verdade é o cara que fica por trás disso tudo, O Mestre. Aguardem…

Role os Dados: Origem do RPG.

RPG é a abreviação do termo inglês para  Role Play Game, que significa, adaptado em português, Jogo de Interpretação de Personagens, neste jogo o jogador encara um personagem fictício, ele pode se tornar alguém que ele gostaria de ser, como por exemplo, um personagem de video-game, de um filme ou de um seriado, de história em quadrinhos, e se o jogador preferir ele também pode criar um personagem exclusivo e original. O que difere o RPG de todos os outros jogos, é que ele é muito mais divertido e fácil de ser jogado, dependendo do sitema é claro.

O RPG mistura um pouco de teatro com jogo de estratégia. No teatro, o ator recebe o papel com um script do personagem que ele deve seguir e interpretar; em um jogo de estratégia, o jogador não sabe qual vai ser a ação de seu adversário e deve planejar a sua sem que o mesmo adversário determine qual é. No RPG, esses dois universos se misturam, o jogador deve seguir algumas regras básicas mas a aventura se desenvolve no acaso em cada decisão que o grupo ou o jogador toma aleatoriamente.

A origem do RPG é muito incerta, “dizem os boatos”(huahua) que na Ásia já se jogava um jogo como o RPG, mas com suas características mais voltadas aos jogos de estratégia, este jogo era jogado pelos soldados (mongóis, chineses entre outros) e logo ficou muito popular, onde a parte de interpretação passou a ter mais importância. Somente na década de 70 que oficialmente o RPG passou a existir, com a criação de Dungeons & Dragons, famoso até os dias de hoje, que conta até com um desenho animado que nós brasileiros conhecemos como Caverna do Dragão. Só então na década de 80 que o RPG veio para as nossas terras, com títulos nacionais ou traduções de títulos estrangeiros apenas no início da década de 90, desde então o RPG só cresce e o nosso Brasil já é uma das principais nações em relação a números de jogadores, títulos e aplicações pedagógicas do RPG  no mundo inteiro. Independente da origem do RPG, sabemos que ele proporcionou e ainda proporciona muita diversão a milhares de pessoas até hoje,  e esperamos que continue assim. Amém! huahua

O termo game do RPG é muito vago em nosso idioma, sem uma tradução muito fiel, já que esta palavra pode significar brincar, jogar, tocar entre outros significados. O significado que mais se aproxima da idéia original em inglês é o da palavra brincar, uma vez que jogar engloba um jogo com regras pré-definidas e  os outros significados sequer  encaixam no contexto, já a expressão brincar  se coloca perfeitamente no significado, uma vez que não é necessário regras e outros incrementos pra se jogar RPG além da sua imaginação.